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terça-feira, 23 de março de 2010

" Te amo, mais porque você?
Você que é tão parecido e ao mesmo tempo tão diferente.,
Você que é meu melhor amigo,
e ao mesmo tempo meu sonho e consumo.
O por que de ser você, eu não sei.
Mais sei que só podia ser você!!"
(( Ingrid Cernauski )) ®

Crepusculo

O crepusculo da manhã vem me acordar
relembrando um beijo seu
Sinto assim meus olhos de lágrimas inundar,
por não ter você ao lado meu.

Relembro num subto susto teu cheiro
que a brisa da manhã faz chegar ate mim
Assim contigo tambem acontece, eu creio
a brisa da manhã te faz pensar em mim.

Será sempre assim, uma lembrança
Um amondo o outro
Sem poder se tocar ou se aproximar .... Eternamente.

O que fica é a lembrança que a brisa traz
e os lamentos que a manhã e seu crespusculo faz acordar.
Seguindo sempre, sem querer olhar pra traz.

(( Ingrid Cernauski ))

Frenesi

Dor que me arrebata por dentro
causando prejuizos incauculaveis ao coração.

Sinto teu cheiro...
Vejo você em todos os lugares que olho

Estou a inumar minha alma
num sepulcro profundo
sem fim,
de fundo longincuo ao alcance dos olhos.

A razão não condiz a emoção
A mente implora para que eu te esqueça,
o coração renega esta hipotese...
no suplicio sem fim
da esperança incoerente
de um amor que parece
ter desaparecido no tempo.

Me nego acreditar que chegou o fim.
Não quero acreditar que te perdi
Não consigo desistir...

(( Ingrid Cernauski ))

Dark Love


Meu coração esta frio
tenebroso;

Poque acreditar em contos de fadas
Porque acreditar em principe encantado
Tudo isso não passa de de fantasia,
uma triste e dolorosa fantasia,
que consome os olhos inocentes das crianças.
Qauis estas, creem que possa existir o amor.
Depois que crescem,
de súbto se iludem,
e morrem de espirio.

Sim; pois o amor
é o verdadeiro assassino de todos os refens da ilusão.

(( Ingrid Cernauski ))

quinta-feira, 11 de março de 2010

Soneto de Morte

Em seu leito respirando à luz sombria
Na sua mente uma vida inteira
Entre a lua e o solo, só lembrança passageira
Sobre um tumulo gélido ela dormia

Bela, aqui de pele fria
por esta dor de diferença
seu coração sem esperança
não mais palpita

Sobre ela uma velha paineira desfolhava
por ser escuma da sociedade
ela chorava

A vida de teus olhos jaz vazia
O mundo inteiro por arrependimento se mutila
Da menina palida de negro, ninguém mais ria.

(( Ingrid Cernauski))